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Meningite: atenção redobrada com os pequenos
Coluna: Dicas mamãe bebê - Autor(a): Fabiana D. Torres

06/01/12

Nesta semana varias pessoas falaram sobre a meningite viral, alguns colegas de trabalho falaram que na escola do filho apareceram casos. Resolvi procurar na internet a respeito a achei um texto bem interessante da Revista Crescer.

“A meningite viral é bem diferente do bacteriano, na maior parte dos casos ela é benigna e com boa evolução, diz Cid Pinheiro, coordenador de equipe de pediatria do Hospital São Luiz e professor-assistente do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa.

A meningite é um processo inflamatório que atinge as meninges, aquelas membranas que recobrem o cérebro. Os sintomas, como dor de cabeça, febre e vômito, são facilmente confundidos com uma virose. “Há casos de crianças que tiveram meningite viral, mas o quadro sintomático foi tão leve que pode ter passado como uma virose”, diz Cid. Quando a meningite é bacteriana, os sintomas são os mesmos, mas a criança não melhora com medicações porque os principais sintomas são muito intensos.
Por isso, é fundamental levar a criança ao médico caso esteja apática e com essas queixas.

Para diagnosticar realmente a doença, o profissional avalia a criança com exames específicos. “Primeiro verificamos se há rigidez na nuca. Se a criança apresentar essa característica é realizado o líquor, coleta de uma amostra do líquido que circula entre as meninges”, afirma Cid. Esse procedimento é que vai confirmar se ela está com meningite e se é viral ou bacteriana. No segundo caso, é necessário internar a criança e utilizar antibióticos. De acordo com o especialista, nem todas as crianças com meningite viral precisam ficar internadas, somente aquelas que não estiverem conseguindo tomar os remédios para tratar os sintomas via oral. “Quase sempre a criança em dois dias já vai para casa”, diz.

A transmissão da meningite viral é por via respiratória através de gotículas que estão no ar. “Se uma criança tossir na mão, por exemplo, e a outra tiver contato com essas gotículas, pode ocorrer o contágio”, diz Cid. O especialista enfatiza que diferentemente da meningite bacteriana, a viral não tem vacina. A profilaxia adotada com o uso de antibióticos, para evitar um quadro exuberante, também não funciona nesse caso. “Assim como um resfriado, se os pais souberem que na escola houve casos de meningite viral, é preciso aguardar e observar a criança”, afirma Cid.”

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI5808-15329,00.html

Lembrando que é muito importante educar a criança para lavar sempre as mãos, não colocar brinquedos ou outros objetos na boca, principalmente os que são compartilhados pelos amiguinhos e manter uma alimentação saudável, pois assim dificultamos que nossos filhos adoeçam.
Se você notar algum destes sintomas em seu filho contate com o pediatra para uma consulta.

Bjsss
Fabi

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